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Hand Spinners só podem ser comercializados com o selo do Inmetro

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Fiscalização pelas ruas de Campo Grande apreendeu 1.046 unidades do hand spinner sem certificação. Para ser considerado brinquedo e usado por crianças maiores de 6 anos, o produto deve ter selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

A operação realizada pela AEM/MS (Agência Estadual de Metrologia) aconteceu entre os dias 5 e 7 de julho em cinco estabelecimentos comerciais, que foram autuados. Sensação entre jovens e crianças, o hand spinner está na mira dos órgãos de controle de qualidade devido ao risco de acidentes que podem causar.

Inicialmente vendido no exterior como um produtos terapêuticos para reduzir a ansiedade, no Brasil o produto ganhou status de brinquedo, sendo amplamente vendido do comércio de todas as cidades. Porém, a AEM aconselha que pais se atentem ao Selo do Inmetro antes de comprar.

O hand spinner está indicado para crianças com mais de 6 anos e, mesmo assim, com supervisão de um adulto. Ele oferece riscos relacionados ao engasgamento com a ingestão de partes pequenas. Nos modelos que são movidos a motor, a preocupação é ainda maior, com o risco adicional de ingestão das baterias botão.

Para ser fabricado, importado ou comercializado, o produto precisa cumprir com os requisitos técnicos definidos nas portarias vigentes sobre o tema e deve ser submetido aos ensaios previstos pelo processo de certificação, e, consequentemente, ostentar o Selo do Inmetro.

Caso contrário, estará irregular no mercado e as empresas que o comercializarem estarão sujeitas às sanções previstas em lei, que vão desde a interdição e a apreensão do produto, como a aplicação de multas que podem chegar a até R$ 1,5 milhão se considerados fatores agravantes, como a reincidência.

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