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Consumidor fique atento: cadeiras plásticas só com a marca do Inmetro

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Segundo o Inmetro, esses produtos são muito utilizados para uso residencial e/ou comercial. É muito comum ser encontradas as cadeiras plásticas em bares, restaurantes, terraços, varandas e sítios. Os motivos para seu largo uso pela população, em todas as classes sociais, estão fortemente associados à praticidade de manuseio, por serem leves, à beleza, pois, atualmente, existe uma grande variedade de modelos, e, principalmente, ao preço mais baixo quando comparado aos preços das cadeiras de madeira e metal.

Além do crescimento das exportações, o consumo interno também vem aumentando, o que determina uma maior necessidade do comprometimento do setor com a conformidade de seus produtos. Esse aumento de vendas aumenta a competitividade, o que estimula a prática da concorrência desleal, com a colocação, no mercado, de produtos mais baratos, porém, com qualidade duvidosa.

Isso é altamente prejudicial ao consumidor, visto que, para diminuir o custo desses produtos é necessário reduzir a quantidade de matéria prima (polipropileno) utilizada para sua fabricação. Essa diminuição compromete a estrutura da cadeira, pois suas paredes tornam-se mais finas e, consequentemente, menos resistentes, colocando em risco a segurança do usuário do produto. Outra maneira de cortar custos, é diminuir a quantidade de aditivos, como aqueles que permitem que a resina torne-se mais resistente à degradação provocada pela incidência dos ultravioleta. Com isso, as cadeiras expostas continuamente ao sol ficam menos resistentes.

Por tudo isso, foi determinada a certificação compulsória desses produtos, já que o Inmetro publicou a Portaria nº 213/2007 que aprova o Regulamento de Avaliação da Conformidade para Cadeira Plástica Monoblocoque complementa a NBR 14776 de 03/2013 - Cadeira plástica monobloco - Requisitos e métodos de ensaio. Define os requisitos de qualidade para fabricação e certificação de cadeira plástica monobloco. Ela passou a ser obrigatória desde abril de 2008, para comercialização dos fabricantes e, de fevereiro de 2009 para atacadistas e varejistas. Hoje todas as cadeiras plástico monobloco devem ter o selo de conformidade do Inmetro.

A portaria e a norma dividem as cadeiras em classes de acordo com a sua resistência, medida pelos testes de qualidade e com a resistência a exposição ao sol ou demais intempéries. Todos os testes devem ser feitos sem os dispositivos antiderrapantes. De acordo com a portaria, as cadeiras devem trazer, gravado por baixo do assento, a identificação do fabricante, do lote (mês e ano), classe da cadeira e a carga máxima admissível.

Dessa forma, também foi publicada uma nova edição da NBR 14776 que especifica os métodos de ensaio e os requisitos exigíveis para aceitação das cadeiras plásticas monobloco. As cadeiras plásticas monobloco são denominadas na norma como cadeiras e devem ser fabricadas em material plástico, com ou sem a incorporação de aditivos, a critério do fabricante e por processo que assegure a obtenção de um produto que atenda as condições dessa norma.

Elas podem ou não conter dispositivos antiderrapantes e podem ser utilizadas em qualquer tipo de piso. Devem apresentar-se, antes da realização dos ensaios, com aspecto uniforme e isentas de corpos estranhos, bolhas, trincas, falhas, fraturas, rachaduras, evidências de degradações ou qualquer dano estrutural.

Devem ser vistoriadas antes dos ensaios, não podendo apresentar falhas, trincas ou fraturas. Não podem ser aprovadas cadeiras que, durante os ensaios, apresentem falhas, trincas, fraturas ou danos estruturais permanentes. A dobra de pelo menos uma das pernas da cadeira constitui-se em dano estrutural permanente. A acomodação natural das pernas da cadeira sob carga, durante os ensaios, não se configura em dano estrutural permanente.

A cadeira plástica monobloco deve trazer gravado, em baixo-relevo ou alto-relevo, com caracteres de, no mínimo, 5 mm de altura, apresentar marcação de forma visível e indelével, que informe ao consumidor sua aplicação restrita, devendo ser colocada na seguinte forma: identificação do fabricante (CNPJ); lote ou data de fabricação (mês e ano); classe da cadeira; classe AW - uso exclusivo interno residencial; classe BW - uso exclusivo interno não residencial; classe AY - uso irrestrito (interno/externo) residencial; classe BY - uso irrestrito; carga máxima admissível; e o número dessa norma.

Fonte: Inmetro

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